• Peça às famílias para informar sobre seus interesses, preferências e desgostos.
  • Use preferências e materiais que sejam agradáveis ​​para a criança em sala de aula e no quintal para estabelecer vínculo com a escola e as pessoas no ambiente escolar.
  • Trabalhe por curtos períodos de cinco a dez minutos em atividades de crescente complexidade, incorporando gradualmente mais materiais, pessoas ou objetivos.
  • Fale pouco, apenas as palavras mais importantes (geralmente um autista não processa muita linguagem de cada vez).
  • Use gestos e imagens simples para suportar o que é falado e permitir a compreensão (autistas são mais visuais do que verbais).
  • Desenvolva rotinas que a criança pode prever ou antecipar (por repetição e com suporte de imagens que mostram o que será feito no dia). 
  • Incentive a participação em tarefas para limpar a sala, ajudar a entregar materiais para outras crianças, etc.
  • Entregue objetos no canal visual. O adulto deve ter o objeto em mãos antes dos olhos para que a criança possa pegar o objeto ao ter o rosto do adulto dentro do seu campo de visão. 
  • Respeite a necessidade de estar sozinho, andar ou saltar ou simplesmente vagar para se acalmar (pode ser usado como uma recompensa após uma atividade).
  • Tente conhecer as habilidades de cada criança para usá-las como entrada para atividades de ensino (pintura, aparar, etc.).
  • Evite falar muito alto, e todas as situações que envolvem muita estimulação (pode até ser prejudicial para a criança).
  • Sempre pergunte como foi a tarde ou o dia anterior, a qualidade do sono ou se há alguma mudança na rotina para antecipar estados emocionais de ansiedade. Em caso de ansiedade, tente usar elementos de interesse.
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